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Não sinto mágoas

Estávamos-mos nós filhos do pássaro aguardando nosso quinhão de alimento, quando chegaram nossos tios filhos do Falcão e usando sua sabedoria infinitamente superior a nossa rapidamente como uma ave de rapina (que é) adquiriu o nosso ninho, lar sacrificadamente construído

Eu voei sem mágoa e sem sentido por isso hoje estou aqui passando minha sombria sabedoria adquirida pela imposição vinda do Norte através das aves de Rapina
Mas não sinto mágoas

Por entre as sombras voei e descansei, por entre os sábios eu vivi e morri, por entre elas me apaixonei e por entre eu, somente eu, renasci e por isso hoje estou aqui sem mágoas...

Mas sinto vergonha por você, vergonha por mim, vergonha por nós,
nós que estamos sobre a terra de Margtron...
Renovo como Fênix de tudo desvinculado...
Dom Henrique Novo
Enviado por Dom Henrique Novo em 26/11/2006
Reeditado em 12/12/2006
Código do texto: T301672

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Sobre o autor
Dom Henrique Novo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
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Dom Henrique Novo