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Escravos de consciência

Ainda não aprendemos a viver em liberdade!
estamos presos ao preconceito da República...
Não conseguimos nos libertar dos opressores corruptos
Não conseguimos nos libertar dos ladrões da coisa pública...

Estamos, ainda prisioneiros  num grande "eito"
Um muro de covardia, um muro de preconceito...
Alguns criminosos são especiais, tecem maliciosas teias
eles são arrogantes, eles tem muito poder, não conhecem
                                    as humanas cadeias...

Vivemos presos em nossas casas, no sofrimento da cidade
                ou no estado de sítio da favela...
Vivemos presos, as vezes em nossa morada, como se fosse céla...
Não conseguimos, ainda, sair da violenta humilhação!
Democracias aparentes guardam resquícios de escravidão...
Escravidão de mulheres negras e brancas!
escravidão de homens e de crianças...
Escravidão do lucro, da farsa e da ilusão
-Em terras isoladas ou em fábricas de carvão...

Ainda estamos construindo nosso sonho de liberdade
A escravidão toda não se acabou...
Ainda restam troncos, preconceito, perseguições
ainda resistem ...resistem ditadores!
Ainda resistem violentos e sanguinários opressores...

Mas ao lado de todo avanço tecnológico,
ao lado de todo avanço de nossa ciência!
-Existem os escravos mais infelizes que bichos de zoológico...
-Existem os escravos de consciência...


Manoel Vitorio
Enviado por Manoel Vitorio em 29/11/2006
Reeditado em 29/11/2006
Código do texto: T304607
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Sobre o autor
Manoel Vitorio
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 60 anos
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Manoel Vitorio