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Texto

Noutras horas que se passam,...

Noutras horas que se passam, ver-te
De tanto alhures navegados, conhecer-te
Visões alucinantes e outros horrores
Paixões inacabadas, risíveis amores

Qual não o espanto da espera
Noites solitárias entre estrelas
Amanhecer sem destino, veredas
Imagens opacas de pedra e cera

Filmes de aparências, notivagos
Recados on-line, alguns amigos
Picardias avançadas de texto
Simpatias perdidas em sexo

Do olhar na janela, noturno
A nau escura que trafega
Da bela sobra ares e vela
Cantigas de amor, soturno

Donde irei, quase não sei
Ver do espelho imagem rubra
O brilho do olhar que pensei
Da voz que a solidão se cubra

Velas enfunam para continuar em busca do bom da vida.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 04/07/2005
Código do texto: T31139
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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