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Thallus de Prata

Não há nada mais negro e mais sujo
Do que o sangue graxoso que jorra de um coração metalizado.
A pulsação que bate nas paredes viscerais
Não produz sequer um som,
Além de um estrondoso Eco Prateado sem luz, dissonante
                                                                             
                                                                                e  espaçado.

Vozes soam como pequenas pedras jogadas contra grandes latas
E suas veias não passam de engrenagens enferrujadas
Sedentas de um sangue fervente e negro:

- O sangue das máquinas e das vacuidades.
Natália Camargo Dutra
Enviado por Natália Camargo Dutra em 11/08/2011
Reeditado em 11/08/2011
Código do texto: T3152803
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Natália Camargo Dutra
Bagé - Rio Grande do Sul - Brasil, 28 anos
53 textos (2969 leituras)
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Natália Camargo Dutra