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MERCADO DIFERENTE

Fui ao mercado,
Em busca de deferentes* emoções,
Não em busca diferentes os amigos,
Tampouco os amores,
Nem as mercadorias não se fazer peso.
Não se medem as grosas,
Não se pagam com dinheiro,
Não se inflacionam.
Em meio século se desusar.

As mercadorias sentem as entressafras
Os megamercados sem explicar o “ em falta “ ,

Meu Ego em falta a carência
A minh’alma sente
E o coração também,
Em busca as formas
De um condescendente.
(Conde se também.)

As formas de tratamento humanas:
A banca de “cortês” dizia “Bom dia”
A banca de “atencioso” repetia “Boa tarde”
A banca de “antigamente” repercutir “Dias alciônicos”
- Dias alciônicoso?

Acordei em meu sonho virtual
Na “Noite alciónica”.
Lembrei-me ao passar mercado "dia a dia".
Comprar um “kilo” de chouriço.

(D’Eu)
(deferentes = respeitosos)
(dias alciónicos = dias serenos de paz.).
 
  Sidnei Levy
Sidnei Levy
Enviado por Sidnei Levy em 08/07/2005
Código do texto: T32246
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Sobre o autor
Sidnei Levy
Campinas - São Paulo - Brasil, 71 anos
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Sidnei Levy