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POESIA, AZIA OU AZO.

Que a voz não cale e o canto cante,
quando em versos fale,
no louco agora; e pouco adiante,
na alegria ou no pranto,
se for esse o caso.

E sejam sinas ou um planger de sinos
o fazer poesia, azia ou azo.

Sejam vozes meninas
ou meninos olhos que a poesia chore,
mesmo em letras de ouro,
ou se a aurora no ocaso flore,
ou se o canto aflora, por mero acaso.
Marco Bastos
Enviado por Marco Bastos em 10/07/2005
Reeditado em 30/08/2014
Código do texto: T32667
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Marco Bastos
Salvador - Bahia - Brasil, 72 anos
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