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Desse grito solto no ar, noturno...

Desse grito solto no ar, noturno
Avassalo meus tremores na terra
Na flor que trago do Jardim
Do copo que me tomo agora
Ah! corpo que me seduz tão rápido
Para ávidos sussuros da manhã
Não, não deixe o grito parar
Agora ele explode em prazer
Que a calada da noite me tomou
Rasguei mares afora, ares soturnos
E de cada esquina esquiva que pisei
Em cada Porto que por dias vaguei
O seu olhar se mostrou tardio
Escondido pelas espreitas janelas
Abra o teu sorriso farto e largo
E de braços afeitos reverbe mais um beijo
Para que eu tome o teu corpo
E todos os teus desejos.

De minha nau escura escutei o teu grito e vim!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 13/07/2005
Código do texto: T33838
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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