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Você aí, parado,
do outro lado destas letras,
não sei que fé é a tua,
sequer sei se há alguma.
Talvez não se deva fazer
da arte objeto da fé
ou da fé ofício da arte,
também não se pode dizer
com letras precisas,
no todo ou mesmo em parte,
em que consiste a fé.
Se possível fosse dizê-la,
em palavras explicá-la,
matematicamente precisa,
não seria mais quem é.
Só sei que esta coisa pulsa,
me renova, põe em pé,
dê o nome que quiser,
pra mim, apenas fé...
Débora Denadai
Enviado por Débora Denadai em 14/07/2005
Código do texto: T34417

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Sobre a autora
Débora Denadai
Caracas - Distrito Federal - Venezuela, 54 anos
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Débora Denadai

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