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Texto

Por nada

De graça se mata e se morre por nada.
Dinheiro, drogas, sexo desregrado, diversão viciante,
ilusões de maya que tem afinidade com os degredados
Degredados somos todos, diz o anjo

Não há um só fio de cabelo da sua cabeça que não esteja contado...
De pavor morreria ao ver quão estúpido e quão mortal é
a opulência das elites.
Por nada se morre e se mata...
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
Enviado por Mauricio Duarte (Divyam Anuragi) em 16/07/2012
Código do texto: T3780954
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
São Gonçalo/RJ - Brasil, 37 anos
214 textos (2535 leituras)
3 e-livros (109 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 25/05/13 12:01)

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