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CAJUÚNA

Imersa lua
      nas águas de Cajuúna,
lua minha, intransferível e única
sobre a brisa atlântica.

Vem aqui uma ave branca
e olha
e pousa sobre os versos poucos.
O poema lambe o dorso do tempo;
o poema é agora,
mudo e tranqüilo entre o mar e
meus olhos.
Enzo Carlo Barrocco
Enviado por Enzo Carlo Barrocco em 26/07/2005
Reeditado em 26/07/2005
Código do texto: T37887
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Enzo Carlo Barrocco
Belém - Pará - Brasil, 56 anos
733 textos (134362 leituras)
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Enzo Carlo Barrocco