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DESVARIO...

Contemplava o mar em tarde cinzenta
Escutava sons quais melodias tristes de pranto...

Morrendo de imensas saudades desta paixão
Em desvario...

O eco do meu clamor te segue ainda
que eu esteja ausente...

Não tenho medo dos caminhos a percorrer...
Nem dos ventos... Eles já me reconhecem...
          - pois faz tempo os atravessei -
Guardei-te nos meus sonhos com acalanto,
qual guardasse a alma tua...


Sabendo, que posso encontrar-te num mirar apenas...
É triste quando o amor se torna tão somente uma lembrança!

O brilho do sol agora distante... Muito longe!
Despedaçando o encanto dos anseios

Deste amor que de tão grande...
Perdeu-se nos meus sonhos entre as brumas...
Deixando o meu coração vazio!


celina vasques
Enviado por celina vasques em 08/08/2012
Reeditado em 08/08/2012
Código do texto: T3819408
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
celina vasques
Manaus/AM - Brasil
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