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cárceres do silencio

                                       
Jamais senti...
Nestes últimos anos
O que hoje estou sentindo.
E ás vezes penso...
Que é apenas um sonho.
Mas, hoje me sinto diferente.
Sinto-me, em liberdade.
Livre, das grades invisíveis.
De um cárcere de silencio.
Onde por anos, me escondi.
Mas confesso...
Que estou me libertando.
Embora ainda sinta, em m’alma.
Aquele vaziu...
Que não consigo preencher.
Mas, vou voltar, a ser eu.
Sem ter, que lembrar meu passado.
Embora mágoas recentes.
Quase me levaram ao desespero.
E foi em meio ao desespero, que.
Encontrei forças, para lutar.
E nesta luta eu serei vencedor.
É a aposta que faço, com a pessoa.
Que me causou toda esta dor.


 Volnei R. Braga
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 28/07/2005
Código do texto: T38288
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
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Volnei Rijo Braga