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Amor



Vou espalhar nos meus livros,
que o amor precisa amar...
para acontecer absoluto.

Amor que se esconde sob versos,
subversivo para tentar mostrar-se;
transparente na leitura em voz alta.

Amor deve ser romanesco e libidinoso,
ao mesmo tempo e em doses maciças.
Amor deve ser recitado ao pé do ouvido.

Amor é fácil amante quando amado.
Amor precisa ser perseverante,
precisa cultivar respeito na janela.

O amor está no silêncio do olhar,
nos encontros, nas vontades;
está nas línguas malabaristas.

O amor é um monge copista,
amor é desregrado, é dedicado;
amor é plural, é um trovador lunático.

Vou espalhar que o amor é vivo,
que esse amor salvou a poesia.
...e o dia nasceu sorrindo...

Felipe Melo
Enviado por Felipe Melo em 10/02/2005
Código do texto: T3874
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Sobre o autor
Felipe Melo
Recife - Pernambuco - Brasil, 35 anos
38 textos (3517 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 01/10/16 10:49)