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As peias do efêmero


Todo esse pouco tempo
e o que passou foi vida que restou
Despercebida
Descabida em tanta vazão de parcas alegrias
Assistidas por ideais passados a ferro
Nero queimando cidadelas de amianto

Tão breve pude ter o universo em minhas silábicas mãos
enquanto se ouvia monocórdio coro
dos lamentos docimásticos

Essa aurora permissiva
me deixou partir junto à esperança suave
tão carente de realidades e pétalas
Sonhos
revoada de verdelhões
leandro Soriano
Enviado por leandro Soriano em 30/07/2005
Código do texto: T38853
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Sobre o autor
leandro Soriano
Santos - São Paulo - Brasil, 59 anos
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leandro Soriano