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Soneto de Maíra




Eis aqui o teu poeta são e salvo, vivo;
Amada minha do meu amor marítimo,
Encharcado de sonhos, do mar íntimo;
Aqui o teu poeta, neste poema efusivo,

Debruça-se sobre as letras, cativo
E insiste, desaforado, em ser lírico;
Vivendo a vida em versos, impulsivo,
Espalhando no ar esse amor empírico;

Eis o teu amador como uma ostra aberta,
Com uma coleção de sentimentos,
Na remissão do estado de poesia;

Agora, com o nó que a paixão aperta,
Uniu as palavras que colheu nos ventos
E enfim teu poeta escreveu um novo dia.



Felipe Melo
Enviado por Felipe Melo em 10/02/2005
Código do texto: T3889
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Sobre o autor
Felipe Melo
Recife - Pernambuco - Brasil, 35 anos
38 textos (3517 leituras)
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