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Enquanto a noite aperta o sublime Sol...

Enquanto a noite aperta o sublime Sol
Como a mesa de pernas para o ar
A boca que pede nas entranhas
Que tua boca me deleite

Enquanto a noite espera as estrelas
Cadeiras vazias com roupas
Me banho em teu perfume
E com teu delírio fremente

Enquanto a noite aluga a madrugada
Rugidos estancam pela alcova
Seu olhar se perde no parapeito
Pois meu teso em ti por inteiro

Enquanto a noite chama a aurora
Te aperto de novo junto ao peito
Mesmo que por cima tu me venhas
Tuas entranhas me recebe em fúria de desejos.

Nesses afagos descobrimos o bom da vida!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 05/08/2005
Código do texto: T40399
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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