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SIMPLESMENTE AMANTES


Tu és o concreto e eu o abstrato,
Somos o limite da sanidade humana.
Somos metáfora e sinestesia,
A reflexão de sentimentos.
Somos enigmas na carta
Da astrologia dos deuses.
Somos os gemidos dum parto,
Soldados marchando pra lutar,
Ilha no meio do oceano,
Mistério do fundo das águas.
Somos o vôo dum pássaro
Em busca de novas terras.
Somos o touro e o sangue na arena
Deixando rubras marcas no chão.
Somos como a escuridão e a luz
Enquanto uma oculta a outra revela.
Somos o fogo da vida
E o inverno da morte,
Somos o tudo e o nada:
Simplesmente somos amantes.

07/08/05.

Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 07/08/2005
Código do texto: T41065

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão