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Poema do barco de papel


Fiz um barco de papel,
pus no tanque de lavar roupa.
Era um verso livre,
uma palavra solta.

Eu soprava e ele andava.
Talvez seu rumo tivesse seguido
ainda que perdido.
Balançava, ia e voltava.

Mas o barco ficou pesado
virou e não levantou.
Apenas bebeu água até desmanchar.

Ah! saudoso barco.
Foste poesia,
mas agora não és nada.
LADINO Silo
Enviado por LADINO Silo em 03/03/2013
Código do texto: T4169455
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
LADINO Silo
Teresina - Piauí - Brasil, 22 anos
4 textos (231 leituras)
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