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A Solidão

Há de ser a companhia
Dos que imaginam estar só
Provocando nostalgia
Apertando como um nó

Invade o cotidiano
Dos que são desavisados
Traz consigo desengano
E fantasmas assombrados

Judia sem dó nem piedade
Causa forte comoção
Disputa com a saudade
Espaços do coração

E quando se estabelece
Manipula toda a vida
Ela mesma se esquece
Que não terá mais saída!
Priscila de Loureiro Coelho
Enviado por Priscila de Loureiro Coelho em 12/02/2005
Código do texto: T4177
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Sobre a autora
Priscila de Loureiro Coelho
Jacareí - São Paulo - Brasil, 65 anos
1286 textos (214524 leituras)
1 e-livros (147 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 30/09/16 12:08)
Priscila de Loureiro Coelho