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Qual razão se faz fortuita...

Qual razão se faz fortuita
Na libido que trespassa
Árida em seixos, em solo que se pisa
Se, dos Dardanelos o mar avista
Amaro coração navegante
Da brumosa vista uma tertúlia
Foram-se papéis, aros galantes
Na cresta da nau que partia
Não, não chores agora
Verte pelas sombras, brisa fresca
Brilhantes que o Sol adora
O suspiro de um beijo, luz de fresta
Que na límpida margem da Ilha
Nossos gemidos voam pela escotilha

Uma nova Lua para outros beijos!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 11/08/2005
Código do texto: T41967
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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