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OS MESMOS FECHADOS

Por nada que te cerrem a vista
Enquanto a tez brilha
Na muda voz, nem calo
Um cantar em estribilho
Nada vedem da passagem
O passo em liberdade
Pois enquanto calo o mundo
Arrebento a garganta em frases
Dos malditos tenho o averso
No inverso entre benditos
Pois se pulsa esta veia
No coração escalarte
Nau de bandeira na ameia
Pelo tiro silenciado
Da casta vendetta, riso
Urros ao furto da vida

Se queriam levantar um bandeira de paz
Qual razão de incontida violência?

Peixão89
A formar um dueto com "De olhos abertos" da Maria Petronilho
Peixão
Enviado por Peixão em 14/08/2005
Reeditado em 21/08/2005
Código do texto: T42635
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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