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Dizer o que sinto o que penso



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Só quero escrever o que penso...
Nada além dos meus sentimentos
Dizer o que sinto, o que não sinto.
Falar de amor, de paixões e loucuras.
                   
                    Falar das vezes, que estive apaixonado.
Das vezes que pensei, estar amando.
Das ilusões criadas, atravez de meus sonhos.

Dos sonhos desfeitos, das dores sentidas.
Das amizades perdidas, desilusões enfim.
As vezes que chorei, por coisas banais.

Nunca chorei por amor, se é que ele existiu.
Pois nunca tive tempo, ou alguém para amar.
Vivi, minha vida perdido no tempo, sem viver.

Sem saber se era noite ou dia, tudo era igual.
Sem passado sem presente, á caminho do futuro.
Mesmo sem esperança, será no futuro que buscarei.

Respostas, talvez sem soluções, mas terei respostas.
Para estes sonhos, estas desilusões, estes desamores.
Porque amizades acabaram, onde ninguém é culpado.

Eu mesmo criei este mundo, de silencio á minha volta.
Para fugir de um passado, que procuro esquecer.
Sem sonhos, sem ilusões, sem amores, apenas á solidão.
                   

                                       Volnei R. Braga
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 20/08/2005
Código do texto: T43860
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
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Volnei Rijo Braga