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Certeza

Eu sabia que seria assim...

Pernas bambas, mãos trêmulas,

Abandono de corpo...

Á deriva num mar de emoções,

Que tua boca provoca.

Tua boca gulosa,

Devorando a minha com vontade de abelha na flor!

Saciando minha sede de beijos, carinhos...

Tuas mãos, são teias mágicas,

Aprisionam o meu querer,

Para se farta depois, do meu desejo.

Perco o fôlego, ao lembrar nós dois!

Chego a sentir, teu corpo colado ao meu,

E o cheiro que sobe enloquece os sentidos...

foi transcendental o momento.

Mais foi só uma centelha!

Quero me queimar em você...

Eu sabia que ia ser assim.

Depois, a verdade afloraria!

Olhar nossa realidade,

Ficar só no escuro...

Perdida com meus sonhos,

Na boca, um gosto de quero mais,

E para invocar o teu calor,

Faço amor comigo...

Pensando em você!

Nuvem num sonho,

Brisa de verão que virou tempestade.

Marcaste minha pele, com teu toque suave.

Meu pecado, redenção do meu corpo.

Algo divino...

Meu doce menino,

Domina minha vontade.

Nervoso e exitado,

Escondes de mim teu olhar de volúpia.

Eu sei é o certo,

Mais nunca o certo foi tão errado!

Pois o desejo cega a razão,

E dá vazão,

Aos intempéries da alma!
Observadora
Enviado por Observadora em 05/09/2005
Reeditado em 26/08/2006
Código do texto: T47729
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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