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Aurora

No curral da solidão,

Trancafiei meus sonhos.

Abscôndita e fria,

Minha alma se encontra.

Debatendo-se em dúvidas

No limbo do meu momento!

A vida me ensina,

A sorrir de mim,

A sorrir para mim...

Lição tão simples de dizer,

Confusa no entender...

Difícil de se aprender!

Mais não tem como fugir do mestre...

Levanto meus olhos para o sol,

Sinto a mágica de seus raios em mim.

Sou forte, começo de novo,

A reerguer minha muralha,

Ao redor de meus sentimentos.

Protegida pela indifereça.

Fica em mim,

De você...

Vestígios de lágrimas, apenas vestígios!

Lembraças? Só de teus beijos.

Valeram a pena... você beija bem.

Bom, eu também, estamos quites.

Não perco, você não sei...

Sou fênix que renasci a cada novo incêdio no coração.

Caiu, mais não para sempre.

Volto mais firme, diferente, mais dura...

Disvirginando meus medos,

Como a aurora ao dia.

Transformando minha menina sempre em mulher.

Não me escondo nas sombras,

Sempre ergo meus olhos,

Para o sol!
Observadora
Enviado por Observadora em 05/09/2005
Reeditado em 03/09/2006
Código do texto: T47789
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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