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Reflexção

Se inrrope na noite um soluço,

Não é casual ser o meu peito,

O portador desse lamento.

Já que o destino me reservou o dever,

De sofrer sempre por amor!

Meu coração, parece um oásis,

Na imaginação doente do meu silêncio,

Solo fértil em terreno árido,

Ouvindo o sussuro do vento.

Que confundo, com um amelódica voz...

De um fauno encantado no ar.

Meu tormento é vácuo negro,

Com o centro gravitacional, empilhado de desilusão...

Uma esbarrando nas outras,

Mais sem se destruirem por si só.

Ao contrário, numa relação simbiótica,

Parecem que sobrevivem de sugar de mim,

A esperança de ser feliz.

Meu futuro se cobre de negro.

E fico triste, a comtenplar meu medo.

A solidão me assusta,

E minha alta estima é um ponto no universo,

De minhas incertezas.

Eu já desci, o que pude.

Meu Deus, me ajude a levantar a cabeça.

Quero me fartar de sol!

Torna meu coração, mais agradecido,

Afasta de mim, esse desejo insano...

De ser amada,

De uma forma linda... apaixonada!

Aceita meu medo de escuro,

Me consolar na angústia,

Me acostumar com a solidão!








Observadora
Enviado por Observadora em 09/09/2005
Reeditado em 01/05/2006
Código do texto: T48955
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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