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Rosas Mortas

Agora vaga meu pensamento,

Uma esperança engole a outra,

Na ânsia de uma, pelo menos sobreviver!

Meu soluço não tem mais som,

E faz eco, no meu peito a dor do descaso.

Demolindo, causando estrago,

No íntimo do meu coração.

Se me acalmasse o sonho...

Sonharia sobrevoando a amargura.

E ririar das tristezas,

Que insistem em fazer morada em mim.

Você poderia me acorda numa valsa ensaiada,

Com passos domados pela vontade,

De me ver feliz...

Mais te custa uma palavra certa,

É gesto mais terno...olhar para mim,

Me ver, me enxergar...gostar enfim!

Não podes, não quer.

Pois vagas nos teus momentos,

Fazendo sempre, como convém ao teu mundo.

Tão ensimesmado em você...

Esqueces de quem te ama,

E fecha a porta do teu coração,

Me deixando no escuro da solidão!

Eu não tenho fé no dia que antecede.

Pois não sei, o que me espera,

Teu sorriso ou teu desprezo...

Me sinto só e triste,

E você não percebe,

Ou não quer perceber minha dor!

Observadora
Enviado por Observadora em 09/09/2005
Reeditado em 03/09/2006
Código do texto: T49073
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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