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Solidão

Enorme é o silêncio,

Acalentado no peito, feito criança assustada...

Que chora na madrugada.

Cruel é o pensamento.

Tão veloz, que a imagem não detém,

E não cola teus lábios aos meus...

Ao menos sonhar um beijo!

Tua presença me é constante.

Mais você, sempre distante,

A sorrir para mim no horizonte!

Mergulho no mar, numa busca suicida.

A enormidade da imaginação,

Me impulsiona à te seguir,

Mesmo tendo a certeza...

De trilhar um caminho sem volta

Tendo no fim a desilusão.

Apreendi a escutar meu coração!

E ele, ouvi os sons da madrugada...
Observadora
Enviado por Observadora em 10/09/2005
Reeditado em 03/09/2006
Código do texto: T49204
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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