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Estações de minha vida...

E os destinos se enlaçam.

E as vidas se transformam,

Como as estações, dão lugar as estações...

Nos corações.

O amor chega, muito, pouco... as vezes nunca chega!

Ferindo o peito faz sangrar, abrigar...

A tristeza!

Deusa envolvente.

Que seduz tanta gente.

Comigo em especial,

Leva-me a seu ápice.

Ao êxtase do quase delírio.

Fatal!

A sentença da minha vida.

É viver o paradoxo, entre o assim e o por ser...

Versátil meu hábito de sofrer.

Se adapta a cada nova dificuldade,

E me perco cada vez mais,

Nesse imenso labirínto, chamado eu!

Não vejo saída.

E um grito ecoa no meu peito,

Mais não escuto...

Meu silêncio é insurdecedor.

E faz, com que eu me desespere tanto,

E quando me escuto, me calo... e choro.

E meus olhos dizem tanto!

Meu deserto, não produz oásis,

O meu alento é contar as folhas,

Que não vão cair...

Pois ainda não nasceram.

Observadora
Enviado por Observadora em 10/09/2005
Reeditado em 01/05/2006
Código do texto: T49236
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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