Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Dopado

Enquanto eu sangro caído nessa cova, a lua, minha antiga amiga, ri da minha cara e do meu estado caótico. Impossibilitado de me movimentar fico imaginando como vim parar ao lado desses corpos pútridos.
Nesta penumbra eu busquei abrigo. Ébrio eu tentei me enganar dizendo “ta tudo bem”, mas o uivo da cidade, essa fera faminta não pára de me perseguir, enlouquecendo-me e amedrontando-me.
Preciso de algo que seja mais forte, que me entorpeça de verdade e faça essas turvas vozes pararem de me enfraquecer. Algo que me faça adormecer, pra acordar só em dias melhores.
Juliano Rossin
Enviado por Juliano Rossin em 11/09/2005
Código do texto: T49679
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Juliano Rossin
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
64 textos (3953 leituras)
1 e-livros (8 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 10:01)
Juliano Rossin