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Na verga que se tem o mar...

Na verga que se tem o mar
Afoito entre velas, parado
Tão próximo de Ilha, de perdida
Rasteiro pelo salgado, que some

Vultos latinos andam pelo porão...

Vento que cá me trouxe
E nada deixou, sem nada a nadar
Castigo de uma insana perdição

Mistérios que atiçam o coração...

Cascos ardentes em enxames
Da tábua salvadora
Cá encolho pelos dias e noites
Afronta em relicários do passado

Látegos espreitam a paixão...

Vendaval não mais me atinge
Apenas lembranças de teu olhar
Fascinam a mente em avulsos lampejos
Enquanto espero a próxima chuva

Seca da água que se toma com a mão...

Do doce rincão que inda sonho
Mirante com doce paixão
Sulca em esperanças mesmo tardias
Para retornar a outro Porto.

Frisar outra praia com a própria mão!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 20/09/2005
Código do texto: T52037
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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