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Qual socorro que afronta...

Qual socorro que afronta
Largo abaixo da ponte
Passe valendo aponta
Na que dista mão afina

Vida virando acima
Larga a rua adornos
Furos reves de afoitos
Balas que a alma ensina

Sina no tráfego
Farois abanam os panos
Flerte com a moeda
Caniço fora da estiva

Lábios que secam
Noite vazia na barriga
Folheto servindo de lastro
Agulha em tom de cantina

No coração civil
Na parte que caiu
Feira em fim de tarde
Raspa pra quem vacila

Cala na boca sem dente
Terra fica batida
Lua em aguardente
Outra vida alucina

Civil no coração de quem viu, vil metal faltando.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 23/09/2005
Código do texto: T52932
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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