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Vazios: vagões da mente. Ou fluxo de inconsciência

Sonhei-me sereia
Descobrindo esfinges
No sétimo céu da tua boca...

Mas quando acordo
Reparo
O que tuas invisíveis mãos fizeram-me esta noite?
Acordei com o corpo grafado,
Resenhas de um vampiro lírico...

Retratos surreais espalhados pelo chão

Se serei de ti tua obra-prima
Farei de teus ossos minha moldura

Inverso do meu corpo
Avesso de alma e som.
Sou o que queres agora:
anjo-boca-língua-dentes
Saliva pérfida celeste.

E meus passos cavam poços fundos
e rasos de consciência.
luana vignon
Enviado por luana vignon em 30/09/2005
Código do texto: T55257
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Sobre a autora
luana vignon
Araçatuba - São Paulo - Brasil, 35 anos
19 textos (1404 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 12:13)
luana vignon