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Cafeína,brigas e uma Faca-Poesia

acordei não faz amuito
acordei-coisa estranha-já cansado.
é preguiça, molesa no corpo
estranha sensação de desamparo.

olho minha estante,
de livros ali deixados,
pobre coitados,
tem eles a atenção de um só instante
e já torno meu olhar para outro lado.

Acordei para beber café,
fumar cigarros,ver as noticias do dia,
e quem sabe, escrever alguma poesia,
Insana e desavergonhada.

-Deixa disso! me fala um desconhecido.
-faça algo que tenha alguma ultilidade,
                                       algo pratico
E não esse fluxo descabido
Esse jorrar de palavra interminavel.

Não espero teminar,
E já o expulso com chutes,
Murros, pego A Faca,
Corro atrás dele.

Mas corro pouco,
E ele consegue escapar.
Não foi hoje o dia,
Da vitória sanguinária da minha faca-poesia.

Estarei preparado quando ele voltar.
Amolarei-a todos os dias,
E até um fio de cabelo ela irá cortar.
daniel rodrigues
Enviado por daniel rodrigues em 02/10/2005
Código do texto: T55708
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Sobre o autor
daniel rodrigues
Londrina - Paraná - Brasil, 33 anos
61 textos (2261 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 06:14)