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Saltando no vazio


No fausto vivia prisioneira
como fosse no claustro;
algema dourada no anular
e o coração congelado na ausência.
Pequenas rugas insones
e grandes fugas ansiolíticas...

Cansou-se um dia
e da torre saltou para o vazio
sentindo um instante de liberdade
e o frio na barriga...

Enfim, divorciada,
aprendeu os prazeres da vida:
Às rugas – a plástica;
às fugas – ginástica;
e por fim, na corda elástica do bungee-jump, assustada,
da torre saltou para o vazio...
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 02/10/2005
Código do texto: T55806
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro