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ESTE NÃO TEM TÍTULO

QUANDO PENSO NA MORTE COMO LIBERDADE, COMO PAZ
FICO CHEIO DE CORAGEM
MAS PASSANDO PELAS TRISTES SOLID~ES DO CEMITÉRIO
SINTO QUE ALI NÃO É O MEU LUGAR
A MORTE COMO SAÍDA,DE QUEM JÁ ENTENDEU
QUE NÃO NASCEU PARA QUALQUER TIPO DE FELICIDADE
DE QUEM VIU TODOS OS SONHOS E ESPERANÇAS
SE DESPEDAÇAREM SEM CONSOLO
O FATOR DE NÃO EXISTIR DE PASSAR A CONJUGAR O VERBO APODREÇER
É VÁLIDO VISTO QUE PODE PROVOCAR EMOÇÕES
POIS ENQUANTO VIVO,JÁ VI QUE NÃO TENHO
A MINÍMA CAPACIDADE DE COMOVER
ESTOU ENTREGUE,JÁ VIVI MAIS DO QUE DEVIA,MAIS DO QUE MEREÇO
DEIXAR ALGUMA SAUDADE,MESMO QUE FALSA MESMO QUE PASSAGEIRA
CAUSAR ESPANTO EM MEUS CONHECIDOS
E CURIOSIDADE NOS DESCONHECIDOS
SÓ DEIXAREI LÁGRIMAS CASO EU DEIXE ALGUMA DÍVIDA
ENQUANTO PENSO EM MINHA MORTE ELA PODE ME PEGAR DE SURPRESA
NÃO TENHO VONTADE DE VENCER NA VIDA
DE SER ALGUÉM RESPEITADO OU ADMIRADO
SOU ESCRAVO DE ENCARAR O ESPELHO E O RELÓGIO
TENHO MEDO DE ME ARREPENDER NÃO DA MORTE EM SI
MA SPODER TER ME MATADO DE UMA FORMA MAIS INTERESSANTE
NÃO VOU AGRADEÇER POR SER SADIO POIS O MEU MAL É PIOR
DO QUE QUALQUER TIPO DE DOENÇA
TER A CERTEZA DE QUE SEÁ O PRÓPRIO ASSASINO
É UM POUCO ASSUSTADOR.
pedro carmo
Enviado por pedro carmo em 04/10/2005
Código do texto: T56482
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Sobre o autor
pedro carmo
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 34 anos
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pedro carmo