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Contrição


Contrito, eu sussurro o grito do silêncio em cada verso
como se me confessasse
perante um altar imaginário
a um deus qualquer, desconhecido!

Confesso – estou cansado
do pranto calado pela face
e da dor vazio em meu peito...

Confesso – e a penitência me é imposta:
Eu devo prosseguir na existência
como se ela me bastasse!
E alheio ao deus em minha mente entorpecida
eu volto à minha vida calmamente!
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 08/10/2005
Código do texto: T57901
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro