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Amor cego


Mulher,
esquece de uma vez este amor cego,
morcego vil que suga
teu sangue, teu suor e a juventude...
Há rugas na beleza de teu rosto
e o gosto da ilusão já se desfez!
Liberta a tua vida em teu futuro.
E a cruz da dor que sempre carregaste
enfia na cabeça deste traste!
Põe luz no lado escuro
e um basta em teu amor vampirizado
mandando este morcego embriagado
atrás de outra donzela...
É hora de “limpar” a tua casa
e caso ele te queira dar trabalho
atira-o da janela
e ensina-o a ir a casa buscar alho...
Por fim, é teu direito de mulher
cravar-lhe a estaca-lei funda no peito...
E caso o teu vampiro tenha um emprego
vai fundo ao coração
e arranca o que puder como pensão!
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 09/10/2005
Código do texto: T57994
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro