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Diante do destino


Em meu corpo cansado,
aprisionada,
minha alma tão nobre vai à luta
na disputa por um palmo de chão...

Avanço e retrocedo!
É cedo, mas me canso
ou é apenas medo?

E o dedo do destino ainda me aponta
interrogando-me
se tudo o que me fez não conta!
Mas minha alma em revolta responde:
Quando e onde?

Porém eu sigo tonto
e feito menino
persigo apenas minha vontade
e não conto com o destino!

Isto sim é liberdade:
É ter direito de ainda ser menino...
Ou ao menos de sentir saudade!
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 10/10/2005
Código do texto: T58293
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro