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O quase Soneto da Esperança

Angústia residente
(o telefone toca)
Esperança aos ouvidos
Uma luz brilhou de longe

Paz a vista na voz
Chega ofegante:
- Estou aqui!
- Amanhã vou aí

Meu ai não mais se ouviu
Meus olhos se abriram
Voltando a vida

Bem vinda! Pra ela
Revivo-me nela


Enivaldo Ramos
Enviado por Enivaldo Ramos em 10/10/2005
Reeditado em 24/11/2005
Código do texto: T58304
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Sobre o autor
Enivaldo Ramos
Mogi das Cruzes - São Paulo - Brasil, 37 anos
15 textos (834 leituras)
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Enivaldo Ramos