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O amor do dia com a noite


As letras, escorregam pelos meus dedos.

E ganham forma nas palavras.

Tornando visíveis, meus sentimentos!

Meus caminhos, e encontram nas linhas e rimas.

e se bifurcam a cada paradoxo escrito,

A cada metáfora...

A cada verdade velada,

Num caderno manuscrito.

Não sei, se escrevo ou desenho demais,

Mais sei, que meus versos sentem falta das formas.

E as formas, não me dizem nada sem os versos...

Juntos,

Formam um conjunto, de encantos e desencantos, tão complexos,

Que me perco dentro de mim!

E navego em mares desconhecidos!

Desbravo continentes de sonhos tantos.

Alegro-me, entristeço-me...

Vivo, certamente vivo!

Agradeço ao mundo das linhas e traços.

Por poder desfilar meus momentos, amores

Meus pecados, desejos...

Meus doces segredos.

Nas linhas que traço, nas letras, que eternizo nos versos.

Fico mais perto assim, de meu coração.

Posso passear no meu imenso jardim,

Com direito a levar, você, que lê,

A me enxergar sem ver,

a me escutar, sem ouvir!

Aproximando meu mundo, de tantas realidades impensadas...

Corações distantes ficam próximos

Atados por um amor impresso,

Em  nossos versos.
As letras, escorregam pelos meus dedos.

E ganham forma nas palavras.

Tornando visíveis, meus sentimentos!

Meus caminhos, se encontram nas linhas e rimas.
 
e se bifurcam a cada paradoxo escrito,

A cada metáfora...

A cada verdade velada,

Num caderno manuscrito.

Não sei, se escrevo ou desenho demais,

Mais sei, que meus versos sentem falta das formas.

E as formas, não me dizem nada sem os versos...

Juntos,

Formam um conjunto, de encantos e desencantos, tão complexos,

Que me perco dentro de mim!

E navego em mares desconhecidos!

Desbravo continentes de sonhos tantos.

Alegro-me, entristeço-me...

Vivo, certamente vivo!

Agradeço ao mundo das linhas e traços.

Por poder desfilar meus momentos, amores

Meus pecados, desejos...

Meus doces segredos.

Nas linhas que traço, nas letras, que eternizo nos versos.

Fico mais perto assim, de meu coração.

Posso passear no meu imenso jardim,

Com direito a levar, você, que lê,

A me enxergar sem ver,

a me escutar, sem ouvir!

Aproximando meu mundo, de tantas realidades impensadas...

Corações distantes ficam próximos

Atados por um amor impresso,

Em  nossos versos.


Observadora
Enviado por Observadora em 11/10/2005
Reeditado em 14/10/2005
Código do texto: T58730
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Sobre a autora
Observadora
Salvador - Bahia - Brasil, 50 anos
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