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Existência discente

Eu sou a morte
Que anda morosamente,
Pelos pálidos corredores
De uma escola sem alma,
Delírio de aluno,
Que se sufoca na vastidão de vácuo,
Tenho ânsia cólera físico-mental
Não restam súplicas a fazer,
Morte!
Não restam livres suspiros,
Sou breu obscuro em universo de nadas,
Sou primeira lágrima que escorre,
Mundo é última!
Sou corpo que anda meio em pé meio jacente
Contentamento descontente?
Desse me falta só o primeiro.
Júlia Soares
Enviado por Júlia Soares em 19/06/2017
Reeditado em 29/06/2017
Código do texto: T6031265
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Júlia Soares
Botucatu - São Paulo - Brasil
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Júlia Soares