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Jogos

Lancei meus dados
e dei-me à sorte em que, ansioso,
apostei minha vida...
O jogo era um vício - também os dados, viciados,
ousaram pousar no veludo com as faces viradas;
mas não há de ser nada!
Nem tudo na vida é desperdício
e nem tudo é carta marcada!
Amanhã uma outra vez eu me sento
e tento outra vez - qual na canção -
esperando a sorte em outra mão!
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 18/10/2005
Código do texto: T60668
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro