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Poema 0147 - Amante da minha cama



Poderia, mas não te quero menina,
antes quero a amante,
dona, proprietária dos desejos,
permito-me sonhar meus sonhos
dentro, ao lado, contigo.

Quero minha carne arranhada,
unhas cravadas nas costas nuas,
gritos de gozo, delírios,
luzes como que iluminando os sexos,
os carinhos mais afoitos e loucos.

Deixa os braços soltos junto ao corpo,
quero te prender com as pernas,
cruzar metades dos corpos
até que desapareçam pedaços de sexo,
em teu sexo molhado do meu.

Não te quero frágil ou uma falsa tímida,
com a boca toma o que deseja, os beijos,
os sabores que te entorpecem,
deixa tuas carnes expostas ao meu prazer.
nesta noite não quero sonhos, somos êxtases.

Poderíamos adormecer depois do amor,
deixar a ternura aparecer em teus olhos,
outra vez preciso, quero a desavergonhada ,
noite a dentro, uma taça de vinho, mais um gozo,
te quero amante louca e minha em todas as camas.

25/01/2005
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 08/03/2005
Código do texto: T6112
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas