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Poema 0162 - Supremo amor



Amanhã posso ser sol, você lua,
hoje, polo,
não a vejo, como não me vê,
beijá-la impossível, somos norte e sul.

Qual sombra que não se arrasta pelo chão?
Um dia seremos deuses das nossas vontades,
talvez flor, talvez outro animal qualquer,
quando for seu, quando for minha... amor.

Penso na mulher que me tem carinho,
todas são derradeiras, enquanto mulher minha,
quero ainda mais, quero com você grudar os polos,
todos os impossíveis irão se encontrar, ainda amanhã...
 
Preciso de todos os calores que me queimem,
ainda que as sombras não se encontrem, lhe quero,
os escuros da noite têm lua, solidão tem lágrimas,
bem-vinda ao meu amor seu, meu supremo amor!

08/02/2005

Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 08/03/2005
Código do texto: T6128
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas