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Estrada de leite

Quando toco nesse escuro,
pano negro que é a noite,
eu me sinto um outro, puro,
debruçando-me de açoite;
lá vou eu em cada estrela,
pisando com as pontas dos pés,
para não cessar de vê-las,
vou parando,dez em dez;
sinto a brisa do cometa,
que passa por mim como um raio,
e dentro de outro planeta,
nem eu mesmo sei se caiu;
é tão bom correr na areia,
desta lua iluminada,
tendo o sol que incendeia,
o voltar da minha estrada.
Fernanda Valencise
Enviado por Fernanda Valencise em 23/08/2007
Reeditado em 23/08/2007
Código do texto: T621081

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Sobre a autora
Fernanda Valencise
Recife - Pernambuco - Brasil, 39 anos
100 textos (3030 leituras)
3 áudios (77 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 21:41)
Fernanda Valencise