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Tempestade

O humor do dia mostrava azedume,
O sol não veio dourar a praia!
Como era nas manhãs o costume...
mavimentavam-se os insetos, das formigas a lacráia...

Logo as procelas chegaram as praias, ao porto!
com  a  escuridão  do céu!
O vento era forte, o vento era afoito...
puequenos barcos eram jogados ao léu...

O temor tomou conta da vila inteira!
As mulheres temiam pelos pescadores
chamavam os filhos, recolhiam a traineira...
-Velas recolham!  Força dos remadores....

O dia   de  pesca terminou!
A tempestade ocuparia os afazeres e o dia,
Nem, sardinha, nem surubi! A festa acabou...
Acenderam-se candeeiros e velas de preçe ao meio-dia...





Manoel Vitorio
Enviado por Manoel Vitorio em 26/08/2007
Código do texto: T624699
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Sobre o autor
Manoel Vitorio
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 60 anos
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Manoel Vitorio