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Indulto


Não me sei detento
e me atrevo
a quebrar correntes...

Cansou-me a espera;
aproveito
a ferrugem dos anos...

Não aguardo indulto!
Eu me liberto
e quase me perdôo...
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 23/10/2005
Código do texto: T62530
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro