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Cobrança


Comi do fruto proibido
ainda imaturo
saltando o muro do paraíso...
Foi preciso!
Tanto conhecimento arraigado
e eu quis ousar sentir-lhe o gosto
do fruto roubado...
Doce sabor
do saber minhas próprias verdades...
Matei a vontade que me matava aos poucos!
Loucos são os seguidores das seitas dietéticas
cuja vontade não avança além do portão – mas eu, não!

Assim, aprendi o certo e o errado
e a estar de ambos os lados da incerteza...
Agora sigo a correnteza consciente
sem me culpar pela cobrança
do ato apanhado em flagrante delito...
     -"Bonito!"

E a cara vermelha e sem-vergonha
aprende as artimanhas do saber
e sabe acusar a cobra inocente
a quem não foi dada orelha...
Mas eu juro que lhe dei ouvidos!

Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 23/10/2005
Código do texto: T62549
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro