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Coisa à-toa


Um canto pequenino que ecoa
destoa dessa tal humanidade;
um canto desvairado de saudade
e uma canção à-toa!

Se me voa o coração nesta cidade
e soa um violão pra acompanhar
sou como uma criança; a vida é boa!
Não sou uma exceção
à regra das revoltas promovidas
nas vidas dos amantes,
os mesmos caminhantes
à espera de criar uma saída:
Ser jovem como antes!

Meu canto pequenino que ecoa
destoa do coral tão ensaiado,
mas este meu silêncio abandonado
ainda é coisa à-toa!
Ainda é coisa boa!
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 23/10/2005
Código do texto: T62663
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro