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O compasso dos passos (I)

Quanta gente passa por mim
por esta avenida que é o tempo;
a louca avenida sem fim
onde um passo é um passatempo.

Mil passos são dados assim
como se andassem no vento
que corre como o pensamento
no tempo, momento sem fim...

E passo a passo o compasso
dos passos dados ao léu
Torna-se – por fim – o espaço
entre a humanidade e o céu...

Por isso vou passando perto
dos que passam sem notar
que até mesmo um passo incerto
há de dar nalgum lugar...
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 23/10/2005
Código do texto: T62688
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro